sexta-feira, 29 de abril de 2016

Bom fim-de-semana

Desculpem, estive ausente esta semana (mas não deixei de pensar em vocês)!

Na próxima compenso :)

Deixo-vos com os votos (e o meu look) de um EXCELENTE FIM-DE-SEMANA.


Beijossssssssssss e abreijos

quinta-feira, 21 de abril de 2016

MEDRICAS? Eu?

Imagem daqui
Confesso... Confesso que antigamente não era nada medricas mas hoje em dia, SOU! Shame on me

Passo a explicar:
Nesta minha nova casa, existem 2 alçapões (1 na casa de banho e outro na despensa). Eles existem para dar entrada directa para um sótão mesmo por cima do meu tecto. É do senhorio e parece assim uma coisa duma casa abandonada (só os trolhas é que lá iam). Acontece que por sua vez, do lado de fora da minha casa, existem mais duas entradas para este sótão!

Há sensivelmente 2 ou 3 meses, saí de casa e esqueci-me da chave na fechadura. A Princesa tinha chave mas a porta não abre do lado de fora se tiver outra chave do lado de dentro. Solução: entrar para o sótão no hall de entrada e sair na minha casa de banho. Bom, reconheço que o pé direito é alto e foi preciso um grande escadote para trepar. O corajoso foi o Principesco, eu, só de olhar para aquele lugar do lado de baixo fiquei ‘acagaçada’!

Agora juntemos 1 + 1, se eu entrei na minha própria casa sem arrombar nada, qualquer pessoa interessada em assaltar casas também o pode fazer! Se fosse durante o dia, enquanto eu lá não estivesse, do mal, o menos, mas o meu stress é de noite! Desde aí, tenho pesadelos de noite quase dia sim, dia sim!

Ontem foi lá um daqueles senhores faz quase tudo e expliquei-lhe o meu problema: queria travar os alçapões do lado de dentro, de maneira a que se alguém fosse ao sótão não conseguisse entrar assim tão facilmente (pelo menos haveriam de fazer barulho e eu com toda a sorte do mundo haveria de acordar). Pronto, vamos usar uma cola XPTO; uns fechos dum lado e do outro e depois pintamos tudo de branquinho para o tecto ficar uniforme.

Pode ser que depois da obra feita, recupere o meu sono de Bela Adormecida!


Obs: não vos disse que estava medricas? Deve ser da idade, só pode. Isto tudo por culpa dos QUARENTA! ahahahahahahaha

THOUGHTS #5

São os pequenos passos que nos levam a grandes mudanças.

Devíamos começar por fazer uma lista das coisas que não queremos para nós ou simplesmente daquilo que mais desejamos. Depois podemos acrescentar os nossos princípios básicos de educação que queremos manter/preservar e/ou recuperar, dependendo de cada caso.

Começo eu e começo por:
RESPEITO
A idade muda-nos mas reconheço que em algumas coisas, não é sempre para melhor; ficamos mais determinados numas, mais moles noutras, mas há princípios da nossa educação que devem ser respeitados. Quando deixamos que alguém ultrapasse esses limites, torna-se difícil voltar atrás e leva-nos muitas vezes a dizer coisas do género 'já nem me reconheço. Noutros tempos eu...' É-vos familiar? A mim é por acaso. Por isso, se queremos que nos respeitem, temos de ir ao fundo do baú e lembrar-nos de quem somos e quais são os nossos limites neste simples conceito. Depois é tentar ser firme e nunca nos esquecermos. Lembrem-se que cada um tem os seus padrões, e o que nós podemos considerar uma falta de respeito, os outros podem não o achar. Aqui devemos sempre seguir o coração e se ele estiver magoado, então pensem por vós! Nada do que nos magoa nos faz bem!




quarta-feira, 20 de abril de 2016

FELICIDADE

Costuma-se dizer que a felicidade está nas pequenas coisas e não podia estar mais de acordo. Hoje almocei com uma amiga (nada planeado por isso soube ainda melhor), falamos imenso, rimos imenso e fomos super felizes ali naquela hora pequenina.


Há lá coisa melhor que matar saudades dos amigos?

WONDERING WHY

maniaqueseidançardiariodeumateresaroquette
Não sei que raio se passa aqui no BLOG desde ontem, que o número de visitas à minha humilde 'casa' quadruplicou!
Hum… Wondering about that!

What ever…

Na segunda-feira fui finalmente às aulas. Por um lado foi muito bom o reencontro com as minhas amigas mas por outro foi estranho dançar naquele/noutro espaço. Não vos vou dizer que adorei porque estaria a mentir; para ser honesta, acho que hoje em dia qualquer cubículo serve ou para abrir um boteco Gourmet ou para abrir um ‘estúdio’ de dança.

Neste caso a palavra estúdio foi MUITO desvalorizada, vejamos: o espaço é uma sala, numas galerias mórbidas, com um biombo e um charriot para trocarmos de roupa. O espelho está dividido ao meio o que dificulta a tarefa da professora. A casa de banho fica fora da sala, algures ali por perto. Por tudo isto, vão cobrar 25€ por mês, por UMA aula por semana. Se pensarmos que há ginásios em que se paga 30€ (ou pouco mais) euros por mês e têm condições absolutamente espectaculares, digam-me lá se não se sentiriam xuladas? Pois…

O meu problema é que ADORO a minha professora e as minhas colegas, caso contrário ter-me-ia rido na cara deles quando ali entrei! Foi uma desilusão ENORME, confesso. Enfim…

Mas, ainda temos outro problema em cima da mesa: aulas de Bollywood ou Power Bollywood? Desenganem-se se acham que é a mesma coisa:
Bollywood – uma espécie de aula mista (com técnica de dança indiana e um bocado de Power Bollywood) em que dançamos ritmos diferentes, a versão mais clássica e a versão mais popular, se é que assim posso dizer.
Power Bollywood – aula inteira de ritmos indianos mais populares, mais mexidos!

A ver vamos qual das modalidades tem mais adeptas J

Isto de ser ‘gaija’ e de se ter a mania que sabe dançar tem muito que se lhe diga!

Beijosssssssssssssssssssss

THOUGHTS #4

Não é aquilo que escreve que faz de um escritor o melhor do mundo, é quem o lê.
Pedro Chagas Freitas

Obrigada aos meus leitores que despendem do seu pouco tempo para passar aqui! Gosto-vos!

terça-feira, 19 de abril de 2016

THOUGHTS #3

Há dias em que só me apetece dizer

Fodassssssssssssssssssse!


Tenho dito.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

BACK TO CLASSES

POWERBOLLYWOODdiariodeumateresaroquete
Finalmente, depois de 4 meses parada recomeçam as aulas de Bollywood começava a achar que não era este ano que o estúdio ia abrir. As aulas vão ter lugar num novo espaço, uma nova academia, chama-se Dance4U e vai ser o 3º estúdio a abrir (um em Matosinhos; Rio Tinto e por fim um no Porto). Sei que aulas vão ter um conteúdo diferente e maior duração (com a vantagem que começam mais cedo). Depois conto pormenores.

Tive um fim-de-semana ZEN (estava sozinha sem filha nem Principesco). Sexta-feira saí cedo e fui para casa limpar (tenho esta mania de gostar de vegetar, mas de consciência tranquila que tenho tudo feito). Sábado (esteve o dia que vocês sabem) dediquei-me à leitura do meu livro durante várias horas. Domingo esteve um dia maravilhoso e saí cedo pela manhã; fui de metro até à baixa e acabei sentada numa esplanada ao lado da Leitaria da Quinta do Paço (bebi um café delicioso num sítio que vendem pizza à fatia). Estive ali com o meu livro até à hora do almoço.

De tarde estava determinada a acabar a leitura (se não estivesse a 2 dias do meu fim-do-mês tinha ido ao cinema, mas as despesas foram imensas por isso há que economizar), sentei-me ao sol na minha varanda e ali fiquei um pedaço (quase que precisava de protector solar, bolas!!!). Antes de estorricar resolvi acomodar-me no meu sofá e finalmente terminei a leitura! Que livro delicioso é apenas o que vos posso dizer.

Em relação aos enjoos melhorei imenso sexta de tarde. Ao jantar deliciei-me (foi a 1ª refeição da semana que me soube MESMO BEM) com um esparguete à bolonhesa. Obrigada Primperan LOL


Deixo-vos com fotos!
SÁBADOdiariodeumateresaroquete

DOMINGOdiariodeumateresaroquete

DOMINGOdiariodeumateresaroquete

sábado, 16 de abril de 2016

PEDRO CHAGAS FREITAS

Pedro Chagas Freitas escreve. É um poeta insanamente louco. Lê-lo é como provar um prato de iguarias em que experienciamos uma explosão de sabores. Lê-lo é experienciar uma explosão de emoções.

Sento-me no sofá pela manhã. Demasiado cedo para comer. Leio uma página, mais outra e outra. Pondero fumar um cigarro mas o vício da leitura prende-me ao livro. Consigo abstrair-me da louca da vizinha que grita como uma louca. Mergulho no livro e leio. Devoro as páginas uma por uma. Só mais uma, e outra e outra.

Adoro poetas loucos. Lemos um milhão de palavras e identificámos-nos com um milhão de palavras. Fala-nos de amor.

Já vos disse que adoro poetas loucos?

quarta-feira, 13 de abril de 2016

ESTOU QUE NÃO POSSO

Desde segunda-feira que estou enjoada, de tal forma que mal consigo comer; o cheiro da comida enjoa-me; olhar para a comida dá-me agonia e já nem o pão do pequeno-almoço tolero (isto sim, causa-me estranheza! LOL). Uma coisa é certa, muita comidinha vai ser desperdiçada lá em casa esta semana…

E desenganem-se que não, não estou grávida!

terça-feira, 12 de abril de 2016

PROMETO FALHAR

Imagem daqui
Ontem recebi uma prenda de uma amiga, percebi logo que tinha dedo da minha princesa (mais tarde confessaram que andaram mesmo à descarada a congeminar sobre o tema). LOL

Não me considero uma leitora assídua mas uma leitora que tem fases. Há alturas que devoro livros mas depois sou capaz de estar 1 ano sem ler (excepto nas férias de verão que leio sempre 1).

Também sei que não leio qualquer coisa, nem que me digam que faz parte da lista dos 100 livros que toda a gente deveria ler na vida. Não sou perfeita. Quando era miúda devorava livros de banda desenhada a toda a hora, até mesmo na hora das refeições quando não estava ninguém a ver. A minha irmã mais velha devorava romances (quando digo devorava, era mesmo no sentido da palavra, creio que ela era capaz de ler 7 a 8 livros por semana senão mais)!  

Só mais tarde comecei a gostar de ler e foi o livro ‘O Perfume’ que me conquistou. Já li muita coisa e gosto de histórias baseadas em factos reais; adoro histórias sobre a Índia e histórias de amor. Adoro poesia e sou fã do Fernando Pessoa. Depois tenho aquele meu lado mais… *sensível que me faz gostar de autores tipo David Kundtz; Brenda Shoshanna; Daniel Sampaio entre outros. Estes autores encontram-se mais na parte da psicologia e auto ajuda. De vez em quando gosto também de ler David Lodge, Dan Brown ou António Damásio. Já li outros autores, por exemplo Camilo Castelo Branco mas nunca são a primeira opção.

A prenda que recebi foi o livro PROMETO FALHAR, do Pedro Chagas Freitas. A sinopse já me tinha deixado alerta e a Princesa soube estar atenta. Parece-me que vai ser uma injecção (de amor) na alma este fim-de-semana, ora vejam:

“Prometo Falhar é um livro de amor.
O amor dos amantes, o amor dos amigos, o amor da mãe pelo filho, do filho pela mãe, pelo pai, o amor que abala, que toca, que arrebata, que emociona, que descobre e encobre, que fere e cura, que prende e liberta.
O amor.”


* sensível para uns; piroso para outros! But I don't care :)

segunda-feira, 11 de abril de 2016

COMO É QUE SE SOBREVIVE?

Sexta-feira estava eu angustiada com a ida da minha Princesa a Lisboa, quando soube que uma colega minha tinha acabado de perder a filha, de 20 anos.

Um murro no estômago foi o que sentimos, percebia-se um estado de choque generalizado. Perder um filho é contra natura e esta morte não podia ser pior.

Evitei a todo o custo pensar no ‘e se fosse comigo’ mas por muito que tentemos, é difícil fazer este desvio do pensamento. Sinceramente não sei como é que uma mãe consegue suportar estar dor, não sei como é que alguém se consegue deslargar de um filho… deixá-lo ir. A mim, teriam de me sedar, internar, pôr-me a dormir para a vida, para a realidade. E de preferência deixar-me assim para sempre!


Não vejo a hora da minha chegar a casa para a poder abraçar…

sexta-feira, 8 de abril de 2016

#esefosseeu

Imagem daqui
Para começar é horrível PENSAR nesta questão! Depois acho que por muito que agora pensemos com grande discernimento acerca disto, se algum dia acontecesse-se acredito que faríamos tudo de maneira diferente. O instinto de sobrevivência faz-nos agir sem pensar, quando o nosso único propósito é salvarmos-nos (da guerra; de um acidente; de um incêndio, etc.).   

Vou-vos dar um exemplo, quando eu tinha 10 anos houve um incêndio no nosso prédio. No 1º andar moravam os nossos vizinhos; no 2º a minha madrinha mais os meus primos; o 3º e o 4º andar eram partilhados pelos meus tios e pelos meus pais. O meu quarto ficava no último piso e o incêndio aconteceu no 2º. Só me lembro de ouvir gritos nas escadas e quando abri a porta do quarto só vi fumo! Estava com a minha irmã Belisa, mais velha que eu 4 anos e nem falamos, desatamos a correr escadas abaixo até à rua! Só paramos à porta de casa de outros meus tios que moravam mais abaixo, do outro lado da rua.

Nessa altura o meu pai estava acamado, por isso é ÓBVIO que ia precisar de ajuda para sair. Acham que eu me lembrei de quem quer que fosse? Entrei de tal forma em pânico que não disse nada a ninguém e fugi com todas as minhas forças.

Podem imaginar o que se segue… Os bombeiros fartaram-se de nos procurar pelo prédio todo e nós não estávamos lá… O fogo acabou por ser controlado mas o meu pai e o nosso hóspede tiverem de receber oxigénio por causa do fumo porque não conseguiram sair do prédio. A minha tia só pensava no dinheiro que tinha guardado no último piso e depois de estar a salvo, voltou para trás para o ir buscar, só que as escadas transbordavam água por causa das mangueiras e ela caiu, partindo um braço. Mais tarde os meus tios vieram avisar os meus pais que nós estávamos a salvo, na casa deles. Eu e a minha irmã assistimos a tudo da janela de casa deles, num estado meio apático.

Durante anos tinha medo de ir dormir; tinha medo de tomar banho; ficava em pânico se ouvia alguém gritar. Só pensava se acontecesse alguma coisa, se teria tempo de fugir…

Quem está de fora sem nunca ter passado por uma situação destas, é muito provável que diga que não fugia sem salvar pelo menos os pais ou quem quer que lá estivesse. Mas a verdade é que até nos depararmos com a situação, é uma incógnita.

Por isso esta questão da mochila é muito subjectiva. Levávamos o quê? Racionalmente pensaria em:
- Documentos de identificação meus e da Princesa (na mochila dela também teria que ter documentos de identificação das duas, em caso de separação, teria de haver algo que nos possibilitasse reencontrar mais tarde…)
- Fotografias (3 ou 4) das pessoas mais importantes da minha vida
- Chaves de casa, quase como que significasse que aquela saída era temporária
- Lenço grande que desse para proteger do sol ou do frio
- Calçado raso (botins ou sapatilhas) para muitas horas de caminhadas
- Manta térmica (a maior parte das pessoas que participa em trails, tem disto. Custa 5€ e seria sem dúvida uma vais valia)
- Lanterna
- Isqueiro
- Creme para queimaduras (do sol ou frio), não com o intuito de manter uma pele bonita, mas pelo instinto de nos pouparmos de dor
- 1 Bloco e 2 canetas (para escrever o que me fosse na alma, quer fossem as saudades do que estava para trás; as dificuldades da ‘fuga’; a ansiedade em relação ao futuro, etc. Iria ser o meu diário.)
- Pensos higiénicos…
- Água
- Barras de cereais
- Enlatados

Penso que não me ia agarrar muito às coisas simbólicas que representem memórias porque essas, estão dentro de nós e ninguém nos tira. Ia pensar em formas de sobreviver ao sol; à chuva e ao frio, por um tempo indeterminado, com a perspectiva de poder começar uma nova vida em segurança, com a minha princesa, família e aqueles que amo.


E se fossem vocês?

quinta-feira, 7 de abril de 2016

ANGÚSTIAS DE MÃE

Desengane-se quem acha que isto melhora com a idade!

Ainda me lembro da primeira vez que a minha Princesa saiu em passeio com o infantário. Fui apanhada desprevenida do género:
- Mãe, amanhã de manhã vamos de camioneta até… (blá, blá já não me lembro onde foram). Senti logo calores e um misto de quase choro e a minha cara deve ter sido tão assustadora que me disseram de imediato para não me preocupar, que tudo ia correr bem. No dia seguinte à tarde, quando a fui buscar, mal entrei disseram-me:
- Mãe, não se assuste!
- What?????????
Pelos vistos ela tinha adormecido na camioneta e numa travagem caiu… bateu com a cara não sei onde e mal a vi ainda estava toda suja, cheia de sangue na camisola (tinham acabado de chegar). Não partiu nada, só sangrou imenso do nariz. Ommmmmmmmmmmmmm Depois disto (finalmente passou a ser obrigatório o uso dos cintos de segurança em autocarros escolares) ficava sempre com o coração nas mãos cada vez que ouvia a palavra PASSEIO.

Amanhã ela vai novamente em passeio (até à Capital) e obviamente que já não tem 3 nem 4 anos, já tem 14 e é uma menina muito responsável, mas eu tenho pânico de camionetas (recuso-me ir a Lisboa de camioneta, já fui e jurei para nunca mais, acho os comboios ainda assim veículos mais seguros). Vão sair daqui do Porto às 06h15 e só regressam por volta das 20h30 (não contando com atrasos, claro).

Dia 23 de Abril tem um encontro de ginastas em Coimbra e também vão de camioneta.

Duas viagens no mesmo mês vão-me dar conta dos nervos!


Maio, chega depressa, sim?

Imagem daqui

quarta-feira, 6 de abril de 2016

THOUGHTS #2

 Às vezes acho que LEIO demais
Que PENSO demais
Que SONHO demais